Tcheco tem a cara do Grêmio, sim.
Tcheco é guerreiro e técnico, mas, enfim, dá para aceitar que seu ciclo terminou no Tricolor.
Particularmente eu gostaria que ele ficasse, que enriquecesse o grupo, o banco de reservas. Futebol moderno não é feito de 11 titulares apenas, é preciso ter 15, 16 jogadores de mesmo nível. Ele poderia ser um jogador de 2º tempo, de modificação de esquema, mas…
Tcheco passou bem pelo Grêmio, e sua marca vai ficar – vitoriosa, sim. Não sustentada em um grande título, mas em um conjunto de obra positivo, com certeza.
2 de suas atuações neste ano foram simplesmente sensacionais: contra Corinthians e Cruzeiro. Ele acabou com os dois jogos, foi de uma finesse impressionante, com precisão de passes, dribles…
Vai deixar saudades o capitão!
Obrigado, Tcheco!
Tcheco é guerreiro e técnico, mas, enfim, dá para aceitar que seu ciclo terminou no Tricolor.
Particularmente eu gostaria que ele ficasse, que enriquecesse o grupo, o banco de reservas. Futebol moderno não é feito de 11 titulares apenas, é preciso ter 15, 16 jogadores de mesmo nível. Ele poderia ser um jogador de 2º tempo, de modificação de esquema, mas…
Tcheco passou bem pelo Grêmio, e sua marca vai ficar – vitoriosa, sim. Não sustentada em um grande título, mas em um conjunto de obra positivo, com certeza.
2 de suas atuações neste ano foram simplesmente sensacionais: contra Corinthians e Cruzeiro. Ele acabou com os dois jogos, foi de uma finesse impressionante, com precisão de passes, dribles…
Vai deixar saudades o capitão!
Obrigado, Tcheco!

Arquivado em: Guga Türck


Esta pra mim foi a 2o pior notícia do Ano… ainda nao aceitei a saida do Tcheco, o UNICO jogador do Grupo com identificação com o Clube!
Eu só queria UM motivo concreto para não ter renovado com o Tcheco, alias pra mim deveriam renovar ate a aposentadoria e depois ele viraria dirigente, pois carater, amor ao clube e inteligência é o que ele mais tem.
Tcheco será sempre eterno, vc nao precisa de titulos importantes, pois vc era importante!
Saida do Tcheco, pra im é Lamentável!
discordo frontalmente dos argumentos do post, trata-se do elogio ao derrotado, elogio ao jogador omisso que sempre sumiu nas decisões, do jogador que ano após ano veio definhando em campo. Lento, chorão, cavador de faltas, o homem da bola parada ( citem dois golos dele…) e como dito no post esse ano teve duas atuações. Essa louvação a um fracassado faz muito mal ao futebol e a mentalidade do clube, é parâmetro errado. Não basta ser escondido em 90 minutos e ser o mais visceral na comemoração de gols normalmente de penalti. A foto que ilustra o post deve ser a do ultimo jogo do brasileirao 2008 contra o Galo onde Tcheco foi tudo que expus acima. Ele é página virada e página em branco.
complementando não transformem a saída dele em ladainha como a do Rodrigo Caetano
Marcos. Não tenho uma vírgula a acrescentar ao que tu escreveu. É exatamente isto. Quero esquecer o atleta tcheo. O G é muito grande prá ele. A única coisa que eu poderia dizer alem do que tu escreveu é que tu foi generoso. O tcheco é um cagão !
vou ser linchado, mas vá lá: o tcheco é o típico jogador que a geral exalta, já que esta torcida nunca viu o Grêmio ter time vitorioso (surgiu em 2003 e seus adeptos tem pouca idade). o tcheco pode ser um grande sujeito, mas como jogador é um medíocre…
Apesar de ter 24 anos, eu pude acompanhar a vitoriosa geração do Felipão. Por isso, não sou um “pós-Aflito” ou “pós-2003”, pois sou gremista e acompanho o Grêmio bem antes disso. Portanto, eu considero o Tcheco um grande jogador, não pela carência de ídolos, mas por reconhecer a sua importância e seu esforço vestindo a camisa do Grêmio.
Tcheco nunca foi craque, isso é um fato. Nem por isso um covarde como muitos que querem passar. É um papinho velho, mas é verdade: o futebol é um esporte coletivo. Nos tempos atuais, como bem disse o Guga (que também não é geração “pós-Aflito” e, inclusive, deve ser mais velho do que eu), a coletividade ganha ainda mais importância, pois o fator ELENCO é vital para um campeonato de pontos-corridos.
Assim devemos reconhecer que o Grêmio não teve nos últimos anos, um ELENCO muito diversificado e até equilíbrio entre os setores, muito em decorrência do aperto financeiro deixado por Guerreiro. Aliás, desequilíbrio que impediu que o Grêmio e o Tcheco fossem Campeões Brasileiros de 2008. Vejo que os dois fatores principais para a perda do título foram a queda de rendimento de Anderson Pico na lateral-esquerda e o ataque gremista. Ambos oss setores tiveram bons rendimentos no primeiro turno que coincidiram com o melhor momento do Grêmio no campeonato, mas no segundo tempo sumiram. Portanto, o culpado principal não foi Tcheco.
Na Libertadores 2007, sinceramente, não jogamos bem, muito porque enfrentamos um time tecnicamente e financeiramente superior ao nosso. Exceção feita a Lúcio e Carlos Eduardo, na minha opinião, que sempre tentavam jogadas pela esquerda e único setor que mais ameaçou o Boca, ninguém jogou bem. Portanto, não foi apenas o Tcheco que sumiu nesse jogo. Se for para chamá-lo de covarde ou omisso, vamos chamar todos os jogadores que ali estiveram. E principalmente, vamos o culpar o Mano Menezes por não fazer uma marcação especial em Riquelme, que fez o que quis nos dois jogos.
De resto, sigo com a opinião do Guga. Lamento a saída de Tcheco, gostaria que ele ficasse, nem que fosse para ser aquela opção de segundo tempo. Mas agora é bola para frente. A grandeza do Grêmio não permite ficarmos chorando (ao menos os adeptos) por jogador algum. Apenas quero uma despedida dele no próximo domingo (29). Depois disso, cada um segue sua vida e boa sorte a Tcheco.
se o Tcheco jogasse os ultimos 15 minutos da final Flamengo e Liverpool de 81, o time inglês empataria.
Despedida nada, temos de tratar do futuro, jogador que não vai ficar no clube e já está acertado como Corinthians tem que ficar de fora, deixem o Douglas jogar no meio pra vermos o desempenho. O Tcheco não tem biografia nem desmpenho em campo pra ser valorizado como é, é um fenômeno da mídia gaudéria aceito por uma torcida que nunca viu jogador de garra e fibra em campo. Bruno individualidade decide sim olha a final inteira de 83 contra o Penarol e imagina aquele time sem o De Leon
Neste caso, Marcos, não sou insano de comparar Hugo De Leon com Tcheco. Pelo que vi e pelo que li, eu considero De Leon um craque, dentro daquilo que sabia fazer. O Tcheco não é do mesmo patamar, mas nem por isso é um Judas. Eu ainda o acho um bom jogador, inteligente (fora os seus momentos explosivos) e um gremista.
Apenas eu insisto é que ele não pode ser a representação do fracasso do Grêmio, como se agora o fossemos ganhar todos os títulos possíveis a partir da saída dele. Ele não pode ser o principal responsabilizado pela perda da Libertadores, não só pelo que já escrevi, mas ele também foi peça importante para chegarmos à final e nem pela perda do título brasileiro. Por isso, acho que tal associação é injusta.
Respeito a opinião dos demais, apenas tenho uma opinião divergente, ainda mais sobre um jogador que dividiu a opinião da maior torcida do Sul deste país. E quanto a despedida, o planejamento de 2010 não será comprometido por um simples jogo. Acho que por ele e pelos torcedores que gostam da pessoa dele merecem essa última partida.
ok Bruno
Ele não pode ser todo fracasso como não pode haver essa histeria (típica dele) pela sua justa e tardia saída. A torcida que faz trapo pro De Leon não pode fazer o çesmo para o Tcheco
Tcheco não é craque mas é muito bom jogador, lider, batalhador e tem a cara do Grêmio, mas o ciclo do Tcheco no Grêmio terminou, como terminou como outros tantos jogadores, só espero que a direção saiba contratar tanto jogadores como treinador. Hugo dará resposta, Borges e Leandro não sei, estão no mesmo nivel dos que estão por aqui, tomara que eu esteja errado, mas é o que penso. Eu tentaria trazer de volta o Roger Flores, esse é craque.
Tchau Tcheco!! Vai levar a tua lentidão pro Corinthians!
Por favor, parem com essa cachaça!! Como disseram alguns, ele é página virada! Ano que vem nosso meio campo será bem mais veloz…
Abraçoss
Não quero saber do Tcheco amarelao, quero saber dos sofredores daqui que quando mencionaram inclusive eu, que o Gremio deveria entregar os jogos para enterrar eles, hoje apos os jogos da rodada devem estar revendo seus conceitos, imagina ultima rodada eles ganham e oferecem o titulo para nos, dai eu quero ver a carinha da galera.
Por mim, que seja. Mas jamais me peça para torcer contra o Grêmio. Sou mais gremista do que qualquer outra coisa, inclusive, anti-colorado.
Comentário que postei no Alma da Geral do meu amigo Guga Türck:
Opinião estritamente pessoal: Tcheco é um jogador razoável que foi um dos melhores em função de o clube estar pobre. Era um ídolo pálido de uma geração que mal e porcamente havia visto o Grêmio de Felipão.
A carência de ídolos DE VERDADE faz com que, em momentos de penúria, se agarre no primeiro que é boa gente e diz que gosta do clube.
Faço uma análise sem dar nem tirar o mérito de técnicos, dirigentes ou da qualidade (ou falta de) ao lado dele. Mesmo na atualidade, caso o Grêmio tivesse um pouco melhor financeiramente, Tcheco não teria passado de um mero coadjuvante.
Ontem, se provou que o Grêmio segue o seu caminho e tem um futuro mais promissor sem caras como ele, Túlio e Herrera do que com eles na titularidade.
E ACRESCENTO: embora não haja muita lógica na comparação entre jogadores de épocas diferentes que tiveram o seu sucesso ou o seu fracasso determinado por condições completamente diferentes (parceria melhor ou pior dentro de campo; clube mais endinheirado; melhor planejamento da gestão do futebol; técnico de alta capacidade identificado com o clube, etc.), Tcheco NUNCA jogou (à exceção das eventuais partidas de exceção dele ou dos demais citados, refiro-me à MÉDIA de desempenho de suas atuações) o que jogavam dois jogadores que JAMAIS teriam lugar em quase nenhuma Seleção Brasileira, tais como Arílson e Carlos Miguel, por exemplo.
Além do mais, quando Tcheco saiu do Grêmio para o mundo árabe, todos compreenderam e aceitaram numa boa. Caso ele não tivesse voltado ao clube novamente, teria sido um atleta pouquíssimo comentado. Seria mais ou menos como lembrarmos do Darci “Passarinho” do final da década de 1980 e comecinho dos anos 1990s, por exemplo.
Não nego o que ele fez de bom pelo clube e tampouco desdenho do seu gremismo. É um cara que eu adoraria ver como dirigente de algum projeto especial ou como um supervisor, caso tenha aptidão e interesse na função. Porém, como jogador, há pelo menos um ano e meio, já deu o que tinha que dar.
[]‘s,
Hélio
perfeito Hélio
[...] a comoção e a polêmica gerada pela saída do jogador Tcheco do Grêmio em vários blogs, como Grêmio Sempre Imortal, Alma da Geral, Blog do Torcedor do Globoesporte.com, Grêmio Libertador e Grêmio 1983, resolvi [...]
esses blogs poderiam CONVOCAR A MASSA patrocinar o grande chororô ,contra o Barueri, para a despedida do “capitão”; colocar 40 mil no olímpico…
A Theresinha Morango tb era identificada e gostava muito do Clube, nem por isso vestia a camisa 10!
Ja comecaram as flautas, obrigados flanelinhas por guardarem a nossa vaga e titulo, eu avisei. Que decada horrivel, na minha opiniao e um dos maiores mico da historia do Gremio, jamais poderia dar chance ao rival, na atual circunstancia do campeonato, quem prega que o Gremio não deveria entregar não e gremista, pois aqui desde quando nascemos somos gremistas ou colorados, torcemos ou secamos, o sucesso de um e o fracasso do outro e para finalizar um se preocupa com o outro, ou seja, se eles ganharem e somente culpa nossa, torcida (sem nocao), jogadores (não tem vergonha na cara) e dirigentes (mocinhos).
Nossa, esse aí conseguiu fazer uma frase de 8 linhas somente com vírgulas!
André, antes de tudo, quem é você para decidir quem é gremista de verdade ou não? Menos, pare de ser prepotente, pois não é uma pessoa que pode ter o direito julgar quem é ou não é torcedor gremista.
Para a sua informação, meu caro, eu sair pelas ruas de Porto Alegre com a camisa do Grêmio nos dois dias mais difíceis da história do nosso clube.
O primeiro foi no dia seguinte após a confirmação do rebaixamento do Grêmio, que ocorreu num domingo, que senão me falha a memória, foi no empate de 3×3 contra o Atlético-PR em Erechim.
E segundo foi no dia em que o Inter ganhou o Mundial dele, sai com a camisa do Grêmio no mesmo dia, até com certa imprudência de minha parte.
Mas queria escancarar nessas duas ocasiões, que sou gremista a qualquer momento, não importa o que ocorra.
Por isso, jamais vou tolerar alguém venha escrever bobagens e insinuar que não sou gremista. O seu desejo é egoísta e somente pessoal, com medo de ouvir as brincadeiras dos colorados a ponte de torcer contra o Grêmio.
O GREMISTA TORCE PELO GRÊMIO. Esse é o principio maior de um torcedor do Grêmio. A rivalidade com o Inter vem num patamar logo abaixo e não no mesmo.
Portanto, agradeceria se deixasse de escrever bobagens. Se o Inter for campeão brasileiro, amém.
Tempos melhores logo virão para a gente também. Isso é a história do Grenal.
André,
Quando eu estava na 6ª série na hoje Escola Estadual de Ensino Fundamental Gen. Daltro Filho entre os bairros Auxiliadora, Floresta e Moinhos de Vento em Porto Alegre no ano de 1985, falei a seguinte frase para o meu grande amigo Márcio De Camillis, que hoje é advogado:
- Nem que um dia o Grêmio caia para a Segunda Divisão eu vou deixar de ser gremista!
Pois até hoje, à exceção de um ou outro conselheiro ou dirigente de ambas as épocas, ainda não conheço NENHUM torcedor do Grêmio que tenha assistido ao vivo no Olímpico a TODOS os jogos do Grêmio em ambas as malfadadas passagens pela Série B em 1992 e em 2005. Meu avô nasceu em 1903, ia a todos os jogos a pé ali das proximidades do Hospital de Clínicas até ser vitimado por um AVC em 1985. Meu pai assistiu ao Grenal da Virada em 1954 e foi meu grande parceiro no estádio até não poder mais sair da cama com câncer no esôfago em 2002. A única grande decisão que perdi em casa foi contra o Boca em 2007, pois a Mãe tinha medo de me liberar com o Vô quando o Pai não estava a fim de ir a jogos com lotação máxima. Então, não fui às finais do Brasileirão de 1982 nem à da Libertadores de 1984. Graças a mim, meus sobrinhos que moram no Rio de Janeiro e não teriam praticamente nenhum motivo para serem gremistas, são mais gremistas do que rubro-negros. Minha irmã, mãe deles, era colorada e virou a casaca. Minha mulher era colorada e virou a casaca. O filho dela sempre foi gremista, mas jamais havia ido ao estádio. Foi ela começar a namorar comigo e o guri não apenas se associou como é uma das pessoas mais vibrantes e mais inconformadas com as derrotas que eu conheço. Apesar desse relato, sinceramente, não me considero mais gremista do que ninguém, pois as pessoas possuem temperamentos diferentes, famílias e profissões que tomam o seu tempo e a sua necessária dedicação de maneira diferente da minha e – claro – muitas moram longe e/ou não tem condições financeiras de investir nessa paixão avassaladora que é o Grêmio.
Isso posto, entregar o jogo é uma forma de passar uma imagem tão desacreditada para a opinião pública que qualquer um poderia deduzir – COM RAZÃO – que o Grêmio é capaz de qualquer ato ilícito ou antiético não apenas para prejudicar os outros gratuitamente, como também de investir em mala branca, em mala preta, nas arbitragens e de aceitar naturalmente e sem moral nenhuma quando algo idêntico for feito contra si.
Se Maquiavel disse que os fins justificam os meios, acrescento: essa máxima vale tão-somente quando os meios e os fins são honestos.
O Grêmio possui mais de 106 anos de história. Confiança, credibilidade, honestidade, moral e respeito não são virtudes mas, sim, obrigação. Infelizmente, tais atributos não são praticados pela maioria das pessoas e não representam a imagem da maioria das instituições. Contudo, quero crer que o Grêmio que eu enxergo continue sendo um Grêmio no qual isso seja preservado.
Do contrário, uma tradição secular poderá ser desfeita em segundos.
[]‘s,
Hélio
Este blog está igual ao Grêmio ditadura pura e repressão, não se pode falar nada contra a direção atual que os caras ficam nervosos e retiram, depois reclamam do Grêmio. Para conhecimento de todos não sou a favor de um ou de outro Presidente tanto é que jamais votarei em Odone novamente, mas este Duda está me saindo pior que a encomenda.
Hélio
Você expressou sua opinião e sentimento muito bem, mas no futebol todo este encanto é puro saudozismo amigo. Só quem já trabalhou lá dentro sabe o que realmente rola e a torcida, sócios são um meio manipulado para se conseguir as coisas.
Presidente do Corintians já disse ” futebol é simples, mas tem um monte de segredinhos que é proibido passar a grande massa “.
Alessandro,
É inegável que, em qualquer ambiente, a esmagadora maioria das pessoas está em uma média, ao passo que são raríssimos tanto os extremamente “bons” quanto os extremamente “maus”. Isso posto, é inevitável compor com movimentos inconfiáveis em nome da “governabilidade”.
O problema do Grêmio é que, apesar de haver dinossauros, senhores feudais e confrades pouco afeitos à democracia em todos os movimentos mais antigos, só há um movimento capaz de secar jogadores e de boicotar uma gestão. Além disso, mesmo mais novos e sem nenhuma consanguinidade com os mais antigos, também revelam um lado pouco democrático e bastante conservador.
No frigir dos ovos, se aprende como fazer direito e como fazer mal feito com todos. Diante disso, quero ressaltar que não é uma questão de idade, de consanguinidade ou de ter estudado sob paradigmas de mercado mais recente que validam ou não a vontade de ajudar o Grêmio. E, finalmente, saliento ainda que há gente muito boa em TODOS os movimentos. E que há progressistas e retrógrados em TODOS.
A necessidade de renovação é sabida pelos mais antigos. O modelo feudal e consanguíneo caducou, pois nem mesmo os filhos e netos que atualmente estão no CD pensam e agem como seus antecessores. Por outro lado, a mudança de soco pretendida por movimentos mais novos apresenta um ritmo e parâmetros de gestão que favorecem mais a formação de uma dinastia neofeudal a seu favor do que uma verdadeira democracia – daí reforço o termo “democratismo” tão bem explicado pelo Marcos Almeida.
[]‘s,
Hélio